01/11/2017 12:37:42 - Atualizado  em 01/11/2017 12:42:37

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Bancários de Campos protestam contra as reformas

  Ascom

Categoria mobilizada por melhores condições

O Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região foi às ruas do centro financeiro da cidade na manhã desta quarta-feira (01/11), para protestar contra as reformas do governo Temer que têm retirado direitos da classe trabalhadora e aumentado a desigualdade social no país.

Portando faixas mobilizando a categoria e a sociedade para a defesa do patrimônio público, por melhores condições de trabalho e pedindo apoio ao projeto de lei de iniciativa popular pela anulação da reforma trabalhista, os bancários fizeram uma caminhada saindo da sede do Sindicato e percorrendo várias ruas do centro, terminando com um ato público no calçadão. A atividade contou com a participação de servidores estaduais da Faetec, que estão com salários atrasados e denunciam o desmonte promovido pelo governo Pezão na educação do Estado do Rio.

“A reforma trabalhista começa a valer no próximo dia 11, mas estamos lutando para que ela seja anulada. Em todo o país o movimento sindical está colhendo assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular que será entregue em Brasília no dia 9. Não vamos desistir. E além disso vamos continuar nossa mobilização para que a reforma da Previdência, outro absurdo contra os trabalhadores, não seja aprovada”, disse o presidente do Sindicato, Rafanele Alves.

Nesta sexta-feira (03/11), o Sindicato vai manter em sua sede (Rua Marechal Floriano 129/133), das 8h às 17h, os formulários do abaixo-assinado pela anulação da reforma trabalhista. Todos os cidadãos podem assinar, bastando apresentar o título de eleitor, que é uma exigência legal para que um projeto de lei de iniciativa popular seja apresentado na Câmara dos Deputados.

Na próxima segunda-feira (04/11), a categoria decide como vai ser a participação nas atividades previstas em todo o país. Para o dia 10 está agendada uma mobilização com paralisações e protestos, definida em conjunto pelas principais centrais sindicais do país.

 


Fonte Ascom