09/10/2017 16:55:20 - Atualizado  em 09/10/2017 17:10:24

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Polícia Civil realiza reconstituição do crime da universitária Ana Paula Ramos

  Reprodução

Universitária Ana Paula foi atingida por três tiros - dois no tórax e um na cabeça - na tarde do dia 19 de agosto

Está previsto para esta terça-feira (09/10) a reconstituição do homicídio da universitária Ana Paula Ramos, 25 anos, morta a tiros a mando da cunhada, a bancária Luana Barreto de Sales, de 24, em agosto deste ano. A reprodução simulada do crime está marcada para as 15h e, a princípio, será realizada em todos os lugares onde a jovem e a acusada passaram.

Estarão presentes para a reconstituição o Ministério Público; a equipe da 146ª Delegacia Legal em Guarus, presidida pelo delegado titular Luis Maurício Armond; um perito do Posto Regional de Polícia Técnica- Científica (PRPTC); a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal (GCM). Também irão participar os acusados: Luana Sales, Igor Magalhães de Souza e Wermison Siguimaringa Ribeiro.

O CRIME

A universitária Ana Paula foi atingida por três tiros - dois no tórax e um na cabeça - na tarde do dia 19 de agosto. A vítima foi socorrida por populares para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde esteve internada em estado gravíssimo até o dia 23 do mesmo mês, quando a unidade hospitalar confirmou a morte cerebral da estudante de marketing. O caso, até então, vinha sendo tratado pela Polícia Civil como latrocínio (roubo seguido de morte), mas, durante as investigações, o delegado Luis Maurício Armond começou a trabalhar com a hipótese de crime encomendado pela cunhada da vítima, Luana.

Em coletiva no dia 06 de novembro, o delegado informou que em menos de duas horas após mandar matar a tiros a cunhada, Luana Sales buscou um álibi. Ainda segundo Armond, uma amiga da suspeita teria entregado, à época, um áudio à polícia que confirma que Luana a pediu para ser álibi. A gravação foi apresentada pelo delegado durante a coletiva.

 

 

 

 

 

 

Reportagem: Ururau


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