27/04/2017 15:42:29 - Atualizado  em 27/04/2017 16:04:28

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Prefeitura de São João Barra decreta ponto facultativo

  Ururau/Arquivo

Objetivo é evitar transtornos para a população devido à paralisação nacional prevista para sexta-feira

Protestos em consequência às reformas trabalhista e previdenciária, previstos para esta sexta-feira (28/04), em todo o Brasil, levaram a Prefeitura Municipal de São João da Barra a decretar Ponto Facultativo. O risco de interrupção do serviço de transporte público, que prejudicaria a locomoção dos servidores municipais foi uma das causas da medida.

A necessidade de preservar a segurança dos funcionários públicos em razão da iminente possibilidade de manifestações sociais de proporções não sabidas, bem como a necessidade de evitar prejuízos àqueles que eventualmente compareceriam às dependências públicas municipais, também foram levadas em consideração.

Para a prefeita Carla Machado, a medida tomada é em respeito à manifestação legítima dos trabalhadores. “Somente serviços de saúde em urgência e emergência, controle e fiscalização do trânsito, limpeza e vigilância pública estarão em funcionamento”, frisou Carla.

TEMER DECIDE CORTAR PONTO DE SERVIDORES QUE ENTRAREM EM GREVE

O presidente Michel Temer decidiu que cortará o salário dos servidores federais que participarem da greve geral contra as reformas convocada pelas centrais sindicais para esta sexta-feira. A decisão foi tomada em reunião com os ministros, na segunda-feira (24/04), de onde saiu o anúncio de que os detentores de mandatos seriam exonerados para votar a reforma da Previdência na Câmara. Segundo relatos dos presentes, a ideia ventilada foi reforçada pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, e em seguida por Temer, que endossou a decisão. 

Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou o corte de ponto de servidores que aderissem a paralisações. Há um decreto que permite o corte de ponto de servidores que aderirem a greves, mas isso nunca ocorreu nos governos petistas de Lula e Dilma.


Fonte Ascom/O Globo